Os integrantes deste blog estão destinados a postar textos e imagens interessantes sobre a história, com intuito de fazer um local de busca mais fácil da disciplina tratada.
A inspiração de Leonardo Da Vinci para este desenho veio do tratado De Architectura, do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio (que viveu no século I a.C.). A obra defendia que os edifícios deveriam se basear na simetria e proporção da forma humana. Segundo o arquiteto, o corpo humano, com os braços e pernas estendidos, se ajustava perfeitamente ao círculo e ao quadrado, e afirmava a idéia de que o ser humano era o centro do Universo. Muitos artistas da Renascença tentaram traçar o ideal de Vitruvius, façanha plenamente realizada por Leonardo. O desenho talvez seja uma de suas obras mais famosas. Nele, ele insere suas próprias observações sobre a forma humana, corrigindo algumas medidas inconsistentes de Vitruvius.
Galileu não fez nenhuma criação, mas mesmo assim temos que considerá-lo um gênio, pois ele aperfeiçoou muito bem outras invenções como o telescópio. E conseguiu aumentar 2.000 vezes a imagem de um telescópio normal e só isso já é algo impressionante. Ele conseguiu provas de que a teoria heliocêntrica de Copérnico estava certa, e por isso quase foi morto, mas mesmo assim teve a coragem de continuar a favor da teoria de Copérnico.
O Racionalismo foi um movimento cultural situado entre os séculos XVI e XIX. Mais do que mais uma doutrina gnosiológica ou teoria do conhecimento, o Racionalismo foi uma perspectiva cultural global. Foi uma das correntes filosófico-científicas do homem da Idade Moderna.
Rei francês nascido em St. Germain-en-Laye, Yvelines, conhecido como o Rei Sol, o maior dos reis absolutistas da França (1643-1715). Filho de Luís XIII e de Ana d'Áustria, infanta da Espanha, ainda não completara cinco anos quando subiu ao trono, após a morte do pai (1643). Antes de assumir o governo a França foi governada pelo primeiro-ministro do reino, o cardeal Jules Mazarin, que enfrentou muitos problemas, mas se impôs contra as revoltas do Parlamento de Paris e dos nobres, uma longa guerra civil, conhecida como La Fronde, sufocada finalmente (1653) e garantindo a posse futura do rei. Recebeu formação humanista orientada por Mazarin e prepará-lo para exercer o poder com sabedoria e autoridade, com a morte do cardeal, assumiu o poder (1661) um ano após o casamento com a infanta espanhola Maria Teresa d'Áustria, filha de Felipe IV da Espanha. No seu governo reorganizou o exército dando ao país o maior poderio militar da Europa. Suas ações militares no exterior iniciaram-se com a invasão dos Países Baixos espanhóis, que considerava pertencerem à esposa por direito de herança (1667). O êxito alcançado nessa guerra permitiu-lhe ditar as condições de paz à coalizão de Espanha e Áustria. Travou guerras contra a Espanha (1701-1714), Holanda (1688-1697), Áustria (1672-1678) e Luxemburgo. Sua oposição aos protestantes, no entanto, ocasionou a aliança posterior entre Inglaterra, Países Baixos e Áustria contra a França. A nova guerra (1688-1697) terminou com a perda de territórios por parte da França pelo Tratado de Rijswijk. Em razão da perseguição aos protestantes depois da revogação do edito de Nantes (1685), muitos artistas e artesãos abandonaram a França. Mais tarde, a guerra de sucessão espanhola (1701-1714), embora tenha lhe permitido colocar um Bourbon no trono espanhol, infligiu elevados custos humanos e econômicos ao país. Seu reinado, um dos momentos culminantes da história da França, durou mais de 50 anos, destacou-se politicamente pelo absolutismo monárquico, onde o rei controlou até os detalhes mais insignificantes do governo, e pela posição hegemônica a que elevou seu país na Europa. Deu incentivo às atividades culturais, pois considerou o incentivo às artes assunto de estado, e protegeu os dois maiores autores clássicos da literatura francesa, Racine e Molière. As principais cidades do reino passaram por uma metamorfose, criaram-se imensos jardins, embelezaram-se algumas paisagens naturais e levantaram-se monumentos por toda parte. Reativou a economia da nação com o precioso auxílio do ministro Jean-Baptiste Colbert, de acordo com as concepções mercantilistas e multiplicado as exportações francesas. Criou uma marinha mercante, além de fábricas, estradas, pontes, portos e canais, vias de circulação de uma riqueza cada vez maior. Construiu o imponente e luxuoso Palácio de Versalhes, perto de Paris, onde viveu a corte francesa. Príncipe caprichoso, apreciava a etiqueta, festas e belas mulheres. Manteve duas amantes e sempre manifestou seu desejo de governar sozinho. A ele se atribui a frase "L'État c'est moi" (O Estado sou eu). Fundou a Academia de Ciências de Paris, cujos membros eram pagos para produzir ciências, principalmente, para geração de inovações tecnológicas e científicas que tivessem aplicação na área militar. Faleceu em Versailles como um símbolo da monarquia absolutista.
A Reforma começou na Alemanha onde nessa época, havia muitos estados e o poder estava descentralizado e cada estado tinha seu príncipe, imperador, mas com pouca política. Na época a Alemanha era conhecida como Sacro Império Germânico e era dominado pela Igreja Católica. A Alemanha estava tentando centralizar o seu poder (Enquanto isso França, Portugal, Inglaterra e Espanha estavam unificados.), mas a Igreja e os nobres não deixavam. Embora os nobres eram contra a igreja, que queria suas terras. A igreja exigia altos impostos aos camponeses o que gerou o descontentamento destes. Vários seguimentos da sociedade passaram a criticar a Igreja.
Dizer que Michelangelo foi um dos principais pintores e escultores do Renascimento italiano não expressa toda a potencialidade do artista. Ele foi um gênio da história da arte e exerceu uma forte influência tanto nos seus contemporâneos quanto na arte ocidental.
Michelangelo nasceu em 6 de março de 1475, na província florentina de Caprese. Foi o segundo de cinco filhos do casal Lodovico di Lionardo Buonarroti e Francesca di Neri di Miniato del Sera. Aos seis anos, Michelangelo ficou órfão de mãe e foi entregue aos cuidados de uma ama-de-leite cujo marido era cortador de mármore da aldeia vizinha.
Para o artista, a influência desse homem que o levou a sua vocação de escultor. Entretanto, seu pai, uma pessoa muito 'temente a Deus' e violenta, era de uma tradicional família da velha aristocracia florentina. Por isso, nunca aceitou a inclinação do filho pelas artes, julgando ser vergonhoso ter um artista na família. Muitas vezes, chegou a espancar o menino na tentativa de demovê-lo da idéia de ser um pintor
Vocação nata
Mas a persistência e obstinação de Michelangelo venceram a reticência do pai. Ele ingressou na oficina do pintor Domenico Ghirlandaio, considerado o mestre da pintura em Florença. O aprendizado durou apenas um ano porque Michelangelo se irritou com o ritmo de estudo, que considerava devagar demais. Além disso, o artista acreditava que a pintura era uma arte limitada e seu objetivo era uma mais ampla e monumental.
Logo após deixar os ensinamentos de Ghirlandaio, o garoto entrou para a escola de escultura do rico banqueiro e protetor das artes em Florença, Lourenço o Magnífico. Nesse ambiente, no qual se evocava a magnificência da Grécia antiga, Michelangelo inseriu-se completamente no Renascimento italiano. Em sua primeira obra produzida na escola, O Combate dos Centauros, o baixo-relevo de tema mitológico transmite a força e beleza impassíveis dos deuses gregos.
É nessa escola, também, que Michelangelo é influenciado por muitos artistas da época, como por Masaccio e seus afrescos. Mas, a morte de Lourenço, em 1492, e a inflamada pregação mística do monge Savonarola, nesse mesmo período, fazem com que Michelangelo abandone a cidade e fuja para Veneza.
Novas descobertas
Longe das profecias de Savonarola, que o amedrontavam, Michelangelo redescobriu a beleza do mundo e tomou conhecimento de grandes autores do período, como Petrarca, Boccaccio e Dante. E, mesmo nesse ambiente tomado de fervor religioso, esculpe obras de motivos 'pagãos', tais como Baco Bêbado e Adonis Morrendo.
Com a derrocada do monge Savonarola, em 1498, instala-se em Michelangelo uma certa melancolia. Por mais que este sentimento não seja dito em suas cartas à família em Florença, suas obras exprimem a sensação. Pietà, por exemplo, mostra esse sentimento envolto em uma figura bela e clássica.
Momento de maturidade
Apenas com sua volta a Florença, em 1501, o artista Michelangelo encontra a maturidade em seus trabalhos. A escultura de Davi é o principal exemplo disso. A obra foi esculpida em um bloco de mármore, abandonado a 40 anos na catedral da cidade porque o escultor a quem foi entregue o trabalho - Ducci - morreu inesperadamente. O objetivo inicial seria a confecção de um profeta, mas Michelangelo resolveu transformar o mármore no colossal Davi, símbolo de luta contra o Destino, assim como o personagem bíblico lutou contra Golias. A obra foi tão contemplada por outros artistas, como Leonardo da Vinci, Botticelli, Filippino Luppi e Perugino, que eles formaram uma comissão para conversar com Michelangelo e perguntar a ele onde seria o melhor lugar para a escultura ficar. O artista decidiu-se pela praça central de Florença, em frente ao Palácio da Senhoria.
Novas missões para Michelangelo
A genialidade de Michelangelo encantou o papa Júlio II. Em 1505, o pontífice chamou o artista para uma missão: construir uma tumba monumental para Júlio II que recordasse a magnitude da antiga Roma. Esse foi um dos principais desafios da vida de Michelangelo.
Após muitos contratos confusos entre ele e o papa, o trabalho só foi finalizado anos depois da morte de Júlio II (este faleceu em fevereiro de 1513) e da sucessão de outros papas. Em janeiro de 1545, o pesadelo de sua vida, que foi a construção deste mausoléu, estava finalizado. Do projeto inicial restou apenas o Moisés, que era um detalhe e, no final, tornou-se o centro do monumento.
Nesse ínterim, Michelangelo realizou outros projetos de destaque em sua obra. O próprio papa Júlio II pediu a ele que fizesse outro trabalho grandioso: a decoração da Capela Sistina. Mesmo sendo um escultor não familiarizado com as técnicas de afresco, ele aceitou a incumbência após constantes insistências do papa.
O projeto gigantesco começou em 10 de maio de 1508 e, no dia de Finados
de 1512, após muitos contratempos, Michelangelo entregou a obra. Todo o Antigo Testamento estava retratado em imagens dramáticas. Essa, sem dúvida, tornou-se uma das principais obras de arte do mundo ocidental e marcou a pintura majestosa do pintor Michelangelo.
Os últimos anos
Michelangelo recebeu outros trabalhos dos papas que sucederam Júlio II para reestruturar fachadas de capelas e decorá-las. Tanto que, nos últimos anos, o artista exerceu muito mais a função de arquiteto do que de escultor ou pintor. Mas também merece destaque sua incursão na poesia. Ele produziu, principalmente, sonetos de grande vivacidade sobre os temas religiosos.
Toda a produção do final da sua vida é marcada por uma união mística com Cristo e voltada para as cenas da Paixão de Jesus. Em 18 de Fevereiro de 1564, Michelangelo morre em sua cama. Como testamento, o artista pediu que seu corpo regressasse a Florença, pois estava doando sua alma a Deus e seu corpo à terra.
Grande Físico, Matemático e Astrônomo, Galileu Galilei nasceu na Itália no ano de 1564. Galileu foi o primeiro a contestar as afirmações de Aristóteles, que, até aquele momento, havia sido o único a fazer descobertas sobre a física. Neste período ele fez a balança hidrostática, que, posteriormente, deu origem ao relógio de pêndulo. A partir da informação da construção do primeiro telescópio, na Holanda, ele construiu a primeira luneta astronômica e, com ela, pôde observar a composição estelar da Via Látea, os satélites de Júpiter, as manchas do Sol e as fases de Vênus. Esses achados astronômicos foram relatados ao mundo através do livro Sidereus Nuntius (Mensageiro das Estrelas), em 1610. Foi através da observação das fases de Vênus, que Galileu passou a enxergar embasamento na visão de Copérnico (Heliocêntrico – O Sol como centro do Universo) e não na de Galileu, onde a Terra era vista como o centro do Universo.
Olá, aqui estamos fazendo este site, para proporcionar a vocês, textos de periódicos e da internet(quando possível) para auxiliar nos estudos da disciplina história. Bem, espero que gostem e desfrutem deste trabalho.
Este Blog está sendo feito pelos alunos Anna Cecilia, Gabriel Cicalese, Humberto Aguiar, José Bione, Maria Eliza, Marilia Alves e Matheus Barbosa, do Colégio de Aplicação da UFPE.