O texto relata a cruel realidade das diferenças sociais que existia no século XVII onde os ricos viviam em fartura e os pobres viviam como escravos submetidos aos interesses dos poderosos e conformados com sua condição social, dependendo da ajuda pública para se manterem vivos. Tudo isso se explicava como sendo a vontade de Deus. Ainda hoje, em pleno século XXI encontramos essas diferenças, nas classes sociais menos favorecidas,como falta de oportunidade de trabalho, aumento das favelas, falta de estrutura educacional, etc , o que não ocorre com a alta sociedade.
Todo ser humano tem seu valor, sendo rico ou pobre. Se houver respeito mútuo esse tipo de diferença não mais existirá em nossa sociedade.
Maria Eliza, 7º ano B

Ótimo comentário Maria Eliza!! Seu texto possui um teor bastante consiso de crítica as injustiças sociais. É interessante percebermos que cada indivíduo cumpre uma determinada função em uma sociedade seja qual for seu status, religião ou condição financeira. Mas uma palavra no seu texto e que é muito usada hoje em dia me chamou mais atenção: a palavra "classes sociais menos favorecidas". A ideia de favorecimento é contária à ideia de direito. Perante o Estado e em se valendo dos recursos públicos todos são iguais e nenhum cargo público está acima desta garantia fundamental de cada cidadão. Portanto, se temos classes menos favorecidas é porque em algum momento alguém está passando por cima da lei (ou por baixo) ou simplesmente (o que é bem pior) se utilizando da lei para manipular a nossa situação viceral de injustiça social.
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